Instituto Homo Serviens

Este foi um projeto que não da militancia e sob liderança do professor Jaci Gonçalves e, por muitos anos foi conhecido como Revitalizando culturas na Unisul. Eu ainda era graduanda e este grupo de pesquisa e extensão já existia e fazia muito barulho na universidade. 

 

Quando o Jaci quis transformar o Revitalizando Culturas em uma ONGs em meados de 2016, eu embarquei e participei da organização dos Congressos Internacionais Indigenistas, além de conferencista desde o Equador.

 

 

O Instituto Homo Serviens dedica-se ao binômio biocultural, optando pelo cuidado com a qualidade da vida humana e de seu ethos cultural diverso bem como no cuidado com toda forma de manifestação da vida no universo.

O INSTITUTO BIOCULTURAL HOMO SERVIENS, simplesmente denominado (IHS), é uma associação de cidadãs e cidadãos Homo Serviens que se propõem a desenvolver ações de pesquisa, de educação, de meio ambiente, de saúde, de assistência social e de promoção biocultural, destinadas à transformação da sociedade com o intuito de eliminar as desigualdades e injustiças sociais.

 

Depois veio o desafio de estruturar a gestão organizacional da instituição, pensar a estruturação e registro da Editora Homo Serviens e composição dos departamentos do instituto que inclui a Editora como um dele, além de montar o site. Foi um trabalho coletivo e intenso e que está ai a serviço dos povos indígenas do Território Morro dos Cavalos na Palhoça e outras comunidades tradicionais.

 

Mapear as possibilidades de editais para elaborar os projetos de cultura. 

 

2020 e 2021 foram os anos em que conseguimos viabilizar o auxílio emergencial para quase 200 indígenas que em contrapartida mostraram sua arte e cosmovisão através da produção audio visual e cestas de artes produzidas por eles para as escolas do município da Palhoça.

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Executando o trabalho de campo do projeto do IHS no acesso de mais de 70 indígenas ao auxílio emergencial Aldir Blanc em 2020

"Segundo o prof. e antropólogo dr. Jaci Rocha Gonçalves, “os quase 70 vídeos são frutos de um grande mutirão de voluntários que junto aos cineastas indígenas como a Sirlei Mirim, docentes, estudantes de jornalismo e outros universitários da UnisulÂnima, docentes e egressos como a prof. dra. Leticia Barbosa e o presidente do Homo Serviens Ivo Silva Junior conseguiram aplicar a Lei Aldir Blanc em tempo de pandemia”. É um material educativo inédito e traz a autenticidade da voz Guarani-Mbyá, portanto, mostra um novo momento em que o povo originário fala por si tanto em sua língua guarani como em português. É um ótimo subsídio educacional, concluiu o prof Jaci."